Museu do Trem (Rio de Janeiro)
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Rua Arquias Cordeiro, 1046
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O Museu do Trem, administrado pela Rede Ferroviária Federal, foi inaugurado em fevereiro de 1984. Instalado no antigo galpão de pinturas de carros da Estrada de Ferro Pedro II que após a proclamação da República passou a se chamar Estrada de Ferro Central do Brasil, localiza ‑ se nas oficinas do Engenho de Dentro, bairro que se desenvolveu a partir da ferrovia. Reformado e adaptado, o galpão abriga um valioso acervo, que vai de mobiliário até locomotivas.
São destaques: A Baroneza, construída na Inglaterra, foi a primeira locomotiva a trafegar no Brasil, quando inaugurou a Estrada de Ferro Mauá em 1854; o carro imperial que foi fabricado em 1886, na Bélgica, para servir ao imperador D. Pedro II; o carro do Rei Alberto, que fazia parte da composição adaptada exclusivamente para servir ao Rei da Bélgica, em 1921, por ocasião da sua visita ao Brasil e o carro presidencial que serviu a Getulio Vargas na década de 30.
Esteve fechado durante a construção do Estádio Olímpico (Engenhão), reabrindo em 2013. Hoje tem o nome oficial de Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro, sendo administrado pelo IPHAN, após a extinção da Rede Ferroviária Federal S.A., em 2007.
A entrada é gratuíta e seu horário de funcionamento vai das 10h as 16h, de segunda a sexta, exceto feriado.
Informações: www.rffsa.gov.br/principal/museu.htm
Fonte: "Histórias do Engenho de Dentro: antigas oficinas de trem vão ganhar vida nova" jornal O Globo, por Simone Candida, Ludmilla de Lima e Rodrigo Bertolucci (22/06/2014) disponível em oglobo.globo.com/rio/design-rio/historias-do-engenho-de...
São destaques: A Baroneza, construída na Inglaterra, foi a primeira locomotiva a trafegar no Brasil, quando inaugurou a Estrada de Ferro Mauá em 1854; o carro imperial que foi fabricado em 1886, na Bélgica, para servir ao imperador D. Pedro II; o carro do Rei Alberto, que fazia parte da composição adaptada exclusivamente para servir ao Rei da Bélgica, em 1921, por ocasião da sua visita ao Brasil e o carro presidencial que serviu a Getulio Vargas na década de 30.
Esteve fechado durante a construção do Estádio Olímpico (Engenhão), reabrindo em 2013. Hoje tem o nome oficial de Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro, sendo administrado pelo IPHAN, após a extinção da Rede Ferroviária Federal S.A., em 2007.
A entrada é gratuíta e seu horário de funcionamento vai das 10h as 16h, de segunda a sexta, exceto feriado.
Informações: www.rffsa.gov.br/principal/museu.htm
Fonte: "Histórias do Engenho de Dentro: antigas oficinas de trem vão ganhar vida nova" jornal O Globo, por Simone Candida, Ludmilla de Lima e Rodrigo Bertolucci (22/06/2014) disponível em oglobo.globo.com/rio/design-rio/historias-do-engenho-de...
Artigo da Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Trem_(Rio_de_Janeiro)
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 22°53'42"S 43°17'29"W
- Estação Emílio Ribas 234 km
- Estação de Cachoeiro de Itapemirim 320 km
- Museu Ferroviário Dinâmico de Atibaia 338 km
- Museu Ferroviário. 395 km
- Museu Ferroviário 403 km
- Museu Ferroviário 418 km
- Museu Ferroviário de Curitiba 670 km
- Museu Ferroviário Moisés Joaquim Rodrigues 761 km
- Estação ferroviária Arapongas/Museu Ferroviário 835 km
- Museu Ferroviário 847 km
- Morro Dona Delfina ou Morro do Smith 0.6 km
- Todos os Santos 0.7 km
- Morro das Dores 0.8 km
- Engenho de Dentro 0.9 km
- Encantado 1.2 km
- Méier 1.2 km
- Abolição 1.3 km
- Pilares 1.6 km
- Cachambi 1.9 km
- Grande Méier 2 km