Preto Forro (Cabo Frio)
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local histórico
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Comunidade quilombola (quilombo) na localidade de Angelim, no distrito de Tamoios, município de Cabo Frio (RJ).
Os quilombolas vivem em uma área de 90 hectares e receberam a titulação dessas terras em 2011 pelo Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (ITERJ). As terras do quilombo faziam parte da famosa Fazenda Campos Novos, localizada entre os municípios de São Pedro da Aldeia, Araruama, Armação de Búzios e Casimiro de Abreu. Devido à sua história de sucesso, Preto Forro tornou-se referência para as comunidades quilombolas vizinhas, como Rasa, Botafogo e Caveira, que ainda lutam pela titulação de suas terras.
Formada por 14 famílias, com cerca de 80 pessoas, a comunidade de Preto Forro descende dos negros que ocuparam essa área desde
antes da abolição da escravatura. O quilombo é chamado também de Palhada, Morro da Batata e Campos das Éguas, fazendo referência
às principais atividades dos moradores da comunidade, que plantam aipim (mandioca) e criam cavalos.
No início do século 20, a fazenda foi comprada por Eugênio Honold, que permitiu a permanência dos ex-escravizados, sob a condição de pagarem pelo uso da terra, trabalhando alguns dias da semana para ele. No entanto, uma parte dos negros libertos que vivia em áreas mais distantes da sede da fazenda conseguiu permanecer ali com certa autonomia, sem pagar qualquer tipo de renda.
Fonte: "Comunidade Quilombola Preto Forro", série Coleção Terras de Quilombos, Rio de Janeiro; (2015) Luciana Célia da Silva Costa (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária-INCRA) www.gov.br/incra/pt-br/assuntos/governanca-fundiaria/pr...
Os quilombolas vivem em uma área de 90 hectares e receberam a titulação dessas terras em 2011 pelo Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (ITERJ). As terras do quilombo faziam parte da famosa Fazenda Campos Novos, localizada entre os municípios de São Pedro da Aldeia, Araruama, Armação de Búzios e Casimiro de Abreu. Devido à sua história de sucesso, Preto Forro tornou-se referência para as comunidades quilombolas vizinhas, como Rasa, Botafogo e Caveira, que ainda lutam pela titulação de suas terras.
Formada por 14 famílias, com cerca de 80 pessoas, a comunidade de Preto Forro descende dos negros que ocuparam essa área desde
antes da abolição da escravatura. O quilombo é chamado também de Palhada, Morro da Batata e Campos das Éguas, fazendo referência
às principais atividades dos moradores da comunidade, que plantam aipim (mandioca) e criam cavalos.
No início do século 20, a fazenda foi comprada por Eugênio Honold, que permitiu a permanência dos ex-escravizados, sob a condição de pagarem pelo uso da terra, trabalhando alguns dias da semana para ele. No entanto, uma parte dos negros libertos que vivia em áreas mais distantes da sede da fazenda conseguiu permanecer ali com certa autonomia, sem pagar qualquer tipo de renda.
Fonte: "Comunidade Quilombola Preto Forro", série Coleção Terras de Quilombos, Rio de Janeiro; (2015) Luciana Célia da Silva Costa (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária-INCRA) www.gov.br/incra/pt-br/assuntos/governanca-fundiaria/pr...
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 22°39'49"S 42°6'0"W
- Caveira 7.5 km
- Sítio do antigo vilarejo de Lontra 12 km
- Loteamento Reserva Praia Linda (em construção) 22 km
- Canal Palmer 23 km
- Pedra do Carukango 64 km
- Canal do Maracujá 71 km
- Linha Aureliana 83 km
- Praia do Farolzinho oo Praia do Vapor 99 km
- Sítio da Antiga sede da freguezia de Nossa Senhora do Desterro de Capivary (II) 104 km
- Vapor Vital de Oliveira afundado por pelo U-861 112 km
- Tamoios 3.3 km
- Assentamento Campos Novos 6.8 km
- Assentamento Ademar Moreira 7.1 km
- Gargoá 8.2 km
- Botafogo 8.4 km
- Unamar 10 km
- Parque Natural Municipal do Mico Leão Dourado 11 km
- Estação Radiogoniométrica da Marinha em Campos Novos - ERMCN 11 km
- São Vicente de Paulo 13 km
- Barra de São João 16 km