Casa da Estrela (Porto Alegre)
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ponto de referência, prédio histórico, espaço cultural
Localizada no bairro Petrópolis. Construção de estilo arquitetônico neocolonial, inspirada em chalés de Mar del Plata; moda nos anos 1940 e marcou presença não só no bairro Petrópolis, mas também na Vila Assunção. Em 2004, o imóvel foi incluído no Inventário de Bens Culturais da cidade e, cinco anos depois, adquirido pela prefeitura. Desde 2019, está sob a guarda da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul (Aeergs), que — por meio de Termo de Permissão de Uso — ganhou o direito de transformá-lo em centro cultural e sede da entidade. Depois disso, foram aplicados R$ 180 mil (entre dinheiro e material) em ações de restauração e qualificação da casa, algumas delas feitas com as próprias mãos pelos artistas. No jardim, estão instaladas obras de Xico Stockinger, Adriano Mayer, Britto Velho, Cláudia Piccinini, Leandro Machado, Mariza Fischer e Tina Felice, entre outros escultores gaúchos. No chalé, são realizados cursos, oficinas e exposições. A visitação pública é aberta de segunda a sexta-feira, das 9h30min às 16h30min.
Originalmente, a área pertencia à chácara do Visconde de São Leopoldo, uma das quatro propriedades que compunham a região de Petrópolis no século 19. O nome da casa se deve a uma estrela desenhada com cimento (mais tarde restaurada com metal) no jardim frontal pelo primeiro dono, Mário Pantoja, militar baiano que viveu ali com a família até falecer, em 2002.
Conforme o imaginário coletivo, a estrela simbolizava as teorias místicas do homem de poucas palavras e raras aparições para a vizinhança. Dizem que Pantoja praticava a meditação no torreão em formato circular do topo do prédio, com as janelas abertas para os pontos cardeais, a uma altura de quase 10 metros do nível da Rua Camerino. Outra versão, nem tão esotérica assim, é a de que a estrela era apenas uma referência à corporação do capitão do Exército.
Originalmente, a área pertencia à chácara do Visconde de São Leopoldo, uma das quatro propriedades que compunham a região de Petrópolis no século 19. O nome da casa se deve a uma estrela desenhada com cimento (mais tarde restaurada com metal) no jardim frontal pelo primeiro dono, Mário Pantoja, militar baiano que viveu ali com a família até falecer, em 2002.
Conforme o imaginário coletivo, a estrela simbolizava as teorias místicas do homem de poucas palavras e raras aparições para a vizinhança. Dizem que Pantoja praticava a meditação no torreão em formato circular do topo do prédio, com as janelas abertas para os pontos cardeais, a uma altura de quase 10 metros do nível da Rua Camerino. Outra versão, nem tão esotérica assim, é a de que a estrela era apenas uma referência à corporação do capitão do Exército.
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 30°2'42"S 51°10'47"W
- DMAE - Estação de Tratamento de Água Moinhos de Vento 3.5 km
- Hospital Colônia Itapuã 37 km
- Parque da Estação 94 km
- Voges Fundição / Complexo Industrial MAESA (TOMBADO) 97 km
- Estância da Graça 205 km
- Charqueada Costa do Abolengo 216 km
- Chácara da Brigada 219 km
- Fazenda Velha 648 km
- Fazenda Anastácio 852 km
- Seminário Maior São João Paulo II 951 km
- Petrópolis 0.7 km
- Jardim Botânico 0.9 km
- Jardim Botânico 0.9 km
- Três Figueiras 1.4 km
- Bela Vista 1.6 km
- Partenon 1.9 km
- Santa Cecília 2.2 km
- Rio Branco 2.5 km
- Lago/Rio Guaíba 16 km
- Lagoa dos Patos 116 km