Kandumbo
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povoado/aldeia, fortaleza
A 25Km do Huambo, em direção ao Bié, ergue-se uma monstruosa massa granítica, que foi cenário de titânicas lutas do Soba N'Dala, contra os colonizadores portugueses; essa massa é o soberbo forte natural das Pedras do Kandumbo.
Os Huambos, anteriormente batidos na Embala do Huambo, perto do Soque, e depois nas Pedras da ganda e Kané, perto da Kaála, depositaram neste forte natural e no grande chefe N'Dala – víbora – e seus comandantes de guerra Kalley, Kassango, Tchipulowando e Tchinlundulo, todas as suas últimas esperanças.
Decorria o ano de 1902, e os colonizadores brancos, ajudados por uma força Bôer, cercaram o Forte de Kandumbo; a batalha durou três dias e quatro noites, de tiroteio ininterrupto, no fim dos quais, em 20 de Setembro de 1902, o Capitão Teixeira Moutinho, do exército colonial, ordenou os últimos tiros de dois canhões de setenta milímetros, contra o povo.
O Exército português, ajudado pelos Boers, pelos canhões e pela traição de um Soba, que mostrou ao sitiante a maneira de penetrar no Forte Natural, vencia a batalha do Kandumbo.
N'Dala jazia morto perto da paliçada exterior.
N'Dala teve como sucessores: Nondolo, Kachikwala,Xilundulo, Sambuanda e Samokoloco.
Os crânios de N'Dala e sucessores, à exceção de de Sambuanda e Samokoloco, repousaram num relicário triangular, a que se dá o nome de Kalunda.
Foram reconstruídas as cubatas de N'Dala e do Tchimbanda Samakaka, com o pequeno templo, Etambo, bem como algumas cubatas de guerreiros e mulheres deles.
Os Huambos, anteriormente batidos na Embala do Huambo, perto do Soque, e depois nas Pedras da ganda e Kané, perto da Kaála, depositaram neste forte natural e no grande chefe N'Dala – víbora – e seus comandantes de guerra Kalley, Kassango, Tchipulowando e Tchinlundulo, todas as suas últimas esperanças.
Decorria o ano de 1902, e os colonizadores brancos, ajudados por uma força Bôer, cercaram o Forte de Kandumbo; a batalha durou três dias e quatro noites, de tiroteio ininterrupto, no fim dos quais, em 20 de Setembro de 1902, o Capitão Teixeira Moutinho, do exército colonial, ordenou os últimos tiros de dois canhões de setenta milímetros, contra o povo.
O Exército português, ajudado pelos Boers, pelos canhões e pela traição de um Soba, que mostrou ao sitiante a maneira de penetrar no Forte Natural, vencia a batalha do Kandumbo.
N'Dala jazia morto perto da paliçada exterior.
N'Dala teve como sucessores: Nondolo, Kachikwala,Xilundulo, Sambuanda e Samokoloco.
Os crânios de N'Dala e sucessores, à exceção de de Sambuanda e Samokoloco, repousaram num relicário triangular, a que se dá o nome de Kalunda.
Foram reconstruídas as cubatas de N'Dala e do Tchimbanda Samakaka, com o pequeno templo, Etambo, bem como algumas cubatas de guerreiros e mulheres deles.
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 12°43'49"S 15°58'47"E
- Ngelenge 79 km
- Missão do Bunjei 89 km
- Longonjo 99 km
- Nunguno 127 km
- Cassongue 144 km
- Waku Kungo 182 km
- Calépi 205 km
- Cassinga 265 km
- Praia da Baía Farta 306 km
- Chiame 317 km
- Pedras de Kandumbo 0.9 km
- Huambo Chicala Cholohanga Sede (Município/Comuna) ex.(Vila Nova) (Chicala Cholohanga) 7 km
- Nascente Rio Cunene (Tronco Sul, altitude de 1750 metros) 9 km
- Albufeira do Cuando 10 km
- FCA (Chianga) 16 km
- Sete 17 km
- IIAA (Chianga) 17 km
- Huambo Sede (Município/Comuna) (Huambo) 27 km
- Huambo Comuna Sambo (Chicala Cholohanga) 33 km
- Huambo Comuna Calima (Huambo) 43 km
Pedras de Kandumbo
Huambo Chicala Cholohanga Sede (Município/Comuna) ex.(Vila Nova) (Chicala Cholohanga)
Nascente Rio Cunene (Tronco Sul, altitude de 1750 metros)
Albufeira do Cuando
FCA (Chianga)
Sete
IIAA (Chianga)
Huambo Sede (Município/Comuna) (Huambo)
Huambo Comuna Sambo (Chicala Cholohanga)
Huambo Comuna Calima (Huambo)
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