Represa de Balbina (Amazonas)
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reservatório de represa ou barragem
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Há poucos anos, Manaus era abastecido de energia termoelétricas que queimavam petróleo. O aumento dos preços do petróleo, a partir de 1973, levou o governo a optar pela construção de uma usina hidrelétrica capaz de suprir Manaus e substituir as termoelétricas. O local escolhido para a nova usina, chamada Balbina, foi o Rio Uatumã, no meio da floresta amazônica. Desde o início desse projeto, muitos cientistas reclamaram, mostrando os erros, mas foram ignorados pelo governo. Quando a usina entrou em funcionamento parcial, em 1988, até mesmo o governo reconheceu que ela é uma verdadeira tragédia.
Balbina é uma tragédia econômica, pois o custo da energia que ela produz é altíssimo. Acontece que o rio Uatumã é pequeno e tem pouca água, e por isso, a quantidade de energia consumiu muito dinheiro. Muito mais que continuar a usar as termoelétricas!
Balbina também é uma tragédia ecológica, pois destruiu uma área enorme de floresta, destruindo milhões de árvores. Acontece que o rio Uatumã está localizado em região de relevo quase plano, e, por isso, a represa criada pela barragem inundou um espaço exagerado. Não foi só a floresta que se perdeu, mas também muitas espécies animais que habitavam aquele meio ecológico.
Finalmente, Balbina é uma tragédia social que prejudicou os habitantes da região. Uma parte da sua enorme represa inundou terras de caça e moradia dos índios. Além disso, os peixes desapareceram do rio, no trecho abaixo da barragem, pois a decomposição dos vegetais afogados pela represa tornou a água ácida e poluída. Os habitantes das margens do rio, que usavam os peixes como fonte de alimentação, estão se mudando para outros lugares.
www.cepa.if.usp.br/energia/energia1999/Grupo2B/Hidrauli...
Balbina é uma tragédia econômica, pois o custo da energia que ela produz é altíssimo. Acontece que o rio Uatumã é pequeno e tem pouca água, e por isso, a quantidade de energia consumiu muito dinheiro. Muito mais que continuar a usar as termoelétricas!
Balbina também é uma tragédia ecológica, pois destruiu uma área enorme de floresta, destruindo milhões de árvores. Acontece que o rio Uatumã está localizado em região de relevo quase plano, e, por isso, a represa criada pela barragem inundou um espaço exagerado. Não foi só a floresta que se perdeu, mas também muitas espécies animais que habitavam aquele meio ecológico.
Finalmente, Balbina é uma tragédia social que prejudicou os habitantes da região. Uma parte da sua enorme represa inundou terras de caça e moradia dos índios. Além disso, os peixes desapareceram do rio, no trecho abaixo da barragem, pois a decomposição dos vegetais afogados pela represa tornou a água ácida e poluída. Os habitantes das margens do rio, que usavam os peixes como fonte de alimentação, estão se mudando para outros lugares.
www.cepa.if.usp.br/energia/energia1999/Grupo2B/Hidrauli...
Artigo da Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Balbina
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 1°48'15"S 59°29'45"W
- Lago da Usina Hidreltrica do Pitinga 135 km
- Barragem de Curuá-Una ( Pará ) 557 km
- UHE Jirau (Reservatório) 1016 km
- Reservatório da Usina Hidrelétrica Manso 1498 km
- Lago da Usina Hidrelétrica de Lajeado 1502 km
- Lago UHE Corumbá IV 2003 km
- Lago da Usina Hidrelétrica de Água Vermelha 2230 km
- Barragem de Três Marias - Rio São Francisco 2377 km
- Represa de Peixoto 2456 km
- Lago de Furnas 2634 km
- Reserva Biológica de Campina 96 km
- Lago da Usina Hidreltrica do Pitinga 118 km
- Parque Nacional das Anavilhanas (parte fluvial) 165 km
- Ilha Grande 176 km
- Lagoa do Curiaú 191 km
- Airão 212 km
- Ilha do Cantagalo 220 km
- Ilha Marará 279 km
- Ilha Santa Maria do Boiaçu 294 km
- Parque Nacional do Jaú 357 km