Arataca
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povoado/aldeia
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Localidade rural.
Segundo historiadores, o nome do local deve-se ao fato de que antigamente a região era desabitada e coberta por mata fechada, haviam muitos animais selvagens como onças, pacas, porco-do-mato etc. Havia na época um senhor-de-escravos mandou um deles preparar várias aratacas (tipo de armadilha para pegar animais silvestres); os animais capturados tinham como objetivos servir para alimentar os escravos e evitar que estes animais devorassem as plantações e criações de animais.
Oficialmente pertence ao município de Porciúncula, esta sendo alvo de disputa de limites com Varre-Saí. Desde a criação do município de Varre-Sai, em 1991, pensava-se que Arataca fazia parte da cidade, porém, com a utilização de GPS, em 2007, foi constatado que, na verdade, pertencia ao município de Porciúncula, o que causou a polêmica já que a maioria dos moradores desejam ser de Varre-Saí.
Arataca é uma palavra de origem indígena para uma pequena armadilha de formato piramidal para pegar aves, pequenos mamíferos e outros animais de caça.
Com a chegada dos colonizadores no Noroeste fluminense, a partir do século XIX, seus primitivos habitantes (os índios puris) foram dizimados e miscigenados com estes, entretanto o nome indígena foi mantido – Arataca.
A localidade de Arataca é um vale que se abre na direção noroeste e que é drenado pelo ribeirão Arataca. Neste vale fértil foi que se instalou como fazendeiro, na segunda metade do século XIX, Jerônimo Vicente Vieira de Menezes com sua esposa Ana Balbina de Menezes ou Ana Antunes de Faria, filha de Venâncio Faria Salgado, irmão do fundador de Varre-Sai – Felicíssimo Faria Salgado.
Atualmente, a comunidade de Arataca, município de Varre-Sai - RJ compõe-se de 45 propriedades rurais (minifúndios) com cerca de 50 casas e 150 moradores. Boa parte destes moradores e proprietários possuem ligações com os antepassados de Jerônimo Vicente. Nesta comunidade temos uma escola municipal, uma igreja católica e um horto para produção de mudas de café, principalmente.
Seus moradores dedicam-se às atividades agropecuárias com produção anual de mais de 3.000 sacas de café e produção diária média de 400 litros de leite. Para desenvolver estas atividades possuem um despolpador, quatro secadores de café e cerca de 10 currais. Além destas atividades principais a comunidade produz feijão, milho e hortaliças, com destaque para a produção de tomates, vagens, abóbora, mandioca e verduras diversas. Outras atividades incluem a produção de doces caseiros (aproveitando as frutas da estação), vinho de jabuticaba e farinha de mandioca.
A comunidade de Arataca, no Noroeste do Estado do Rio de Janeiro tornou-se referência em boas práticas agrícolas e foi contemplada com projetos ambientais e econômicos que aumentaram a renda e deram mais qualidade de vida aos produtores familiares da localidade.
Até 2007, toda população acreditava que Arataca pertencia ao município de Varre-Sai, mas através do uso de um GPS, descobriu-se que a localidades estava dentro dos limites geográficos de Porciúncula. Para corrigir o erro das cartas geográficas, a população uniu-se pela retificação dos seus limites e saiu vitoriosa. Pela Lei n. 6.556, de 16 de outubro de 2013, sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 17 de outubro de 2013, as áreas de Arataca e Jacutinga tiveram seus limites retificados e são oficialmente partes do município de Varre-Sai, como nunca deixaram de ser.
A Escola Municipal
O ensino formal na localidade de Arataca começou na década de 1950, a partir da emancipação do município de Natividade. Nos primeiros anos este ensino era ministrado na sede da Fazenda Arataca de propriedade de Demerval Vieira de Menezes. Na década de 1970, a Prefeitura de Natividade, em convênio com a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, construiu o prédio da Escola Municipal Demerval Vieira de Menezes que vem atendendo as crianças da comunidade com regularidade e competência.
Fonte: g1.globo.com/rj/norte-fluminense/noticia/2013/10/porciu...
www.folhadeitalva.com.br/2013/09/deputado-pede-urgencia...
Segundo historiadores, o nome do local deve-se ao fato de que antigamente a região era desabitada e coberta por mata fechada, haviam muitos animais selvagens como onças, pacas, porco-do-mato etc. Havia na época um senhor-de-escravos mandou um deles preparar várias aratacas (tipo de armadilha para pegar animais silvestres); os animais capturados tinham como objetivos servir para alimentar os escravos e evitar que estes animais devorassem as plantações e criações de animais.
Oficialmente pertence ao município de Porciúncula, esta sendo alvo de disputa de limites com Varre-Saí. Desde a criação do município de Varre-Sai, em 1991, pensava-se que Arataca fazia parte da cidade, porém, com a utilização de GPS, em 2007, foi constatado que, na verdade, pertencia ao município de Porciúncula, o que causou a polêmica já que a maioria dos moradores desejam ser de Varre-Saí.
Arataca é uma palavra de origem indígena para uma pequena armadilha de formato piramidal para pegar aves, pequenos mamíferos e outros animais de caça.
Com a chegada dos colonizadores no Noroeste fluminense, a partir do século XIX, seus primitivos habitantes (os índios puris) foram dizimados e miscigenados com estes, entretanto o nome indígena foi mantido – Arataca.
A localidade de Arataca é um vale que se abre na direção noroeste e que é drenado pelo ribeirão Arataca. Neste vale fértil foi que se instalou como fazendeiro, na segunda metade do século XIX, Jerônimo Vicente Vieira de Menezes com sua esposa Ana Balbina de Menezes ou Ana Antunes de Faria, filha de Venâncio Faria Salgado, irmão do fundador de Varre-Sai – Felicíssimo Faria Salgado.
Atualmente, a comunidade de Arataca, município de Varre-Sai - RJ compõe-se de 45 propriedades rurais (minifúndios) com cerca de 50 casas e 150 moradores. Boa parte destes moradores e proprietários possuem ligações com os antepassados de Jerônimo Vicente. Nesta comunidade temos uma escola municipal, uma igreja católica e um horto para produção de mudas de café, principalmente.
Seus moradores dedicam-se às atividades agropecuárias com produção anual de mais de 3.000 sacas de café e produção diária média de 400 litros de leite. Para desenvolver estas atividades possuem um despolpador, quatro secadores de café e cerca de 10 currais. Além destas atividades principais a comunidade produz feijão, milho e hortaliças, com destaque para a produção de tomates, vagens, abóbora, mandioca e verduras diversas. Outras atividades incluem a produção de doces caseiros (aproveitando as frutas da estação), vinho de jabuticaba e farinha de mandioca.
A comunidade de Arataca, no Noroeste do Estado do Rio de Janeiro tornou-se referência em boas práticas agrícolas e foi contemplada com projetos ambientais e econômicos que aumentaram a renda e deram mais qualidade de vida aos produtores familiares da localidade.
Até 2007, toda população acreditava que Arataca pertencia ao município de Varre-Sai, mas através do uso de um GPS, descobriu-se que a localidades estava dentro dos limites geográficos de Porciúncula. Para corrigir o erro das cartas geográficas, a população uniu-se pela retificação dos seus limites e saiu vitoriosa. Pela Lei n. 6.556, de 16 de outubro de 2013, sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de 17 de outubro de 2013, as áreas de Arataca e Jacutinga tiveram seus limites retificados e são oficialmente partes do município de Varre-Sai, como nunca deixaram de ser.
A Escola Municipal
O ensino formal na localidade de Arataca começou na década de 1950, a partir da emancipação do município de Natividade. Nos primeiros anos este ensino era ministrado na sede da Fazenda Arataca de propriedade de Demerval Vieira de Menezes. Na década de 1970, a Prefeitura de Natividade, em convênio com a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, construiu o prédio da Escola Municipal Demerval Vieira de Menezes que vem atendendo as crianças da comunidade com regularidade e competência.
Fonte: g1.globo.com/rj/norte-fluminense/noticia/2013/10/porciu...
www.folhadeitalva.com.br/2013/09/deputado-pede-urgencia...
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 20°54'53"S 41°53'46"W
- Jacutinga 7.1 km
- São Tomé 21 km
- Córrego do Ubá - Castelo - ES 90 km
- Travessão de Campos 97 km
- Ribeiro de Pedra 114 km
- Alto Pongal 117 km
- Roda D Agua 160 km
- Carneiros 185 km
- Piabas (Fundão) 189 km
- Povoação de Baunilha 202 km
- Serra Monte Azul 1.8 km
- Serra do Paraíso 4.7 km
- Cafezal 6.3 km
- Serra da Correnteza 6.4 km
- Santa Clara 10 km
- Área contestada 20 km
- Dores de Minas 25 km
- Catuné 25 km
- Água Santa de Minas 26 km
- Vale da Borbolêta 30 km