Teatro a Barraca (Lisboa)

Portugal / Lisboa e Vale do Tejo / Lisbon / Lisboa / Praça de Santos, 2
 teatro, Streamline Moderne (architecture) (en), lugar interessante, arquitetura estilo art déco, 1938_construction (en)
 Carregar uma foto

A funcionar no antigo Cinema Cinearte (1938, architect Raul Rodrigues Lima, fundadores Maria do Céu Guerra e o cenógrafo Mário Alberto)

www.abarraca.com/


A Barraca foi fundada a 3 de Março de 1976 e o seu primeiro espectáculo, "A Cidade Dourada", estreou na Incrível Almadense. Em Setembro do mesmo ano, estreou no Festival de Teatro da Guarda "Histórias de Fidalgotes" uma dramaturgia de Hélder Costa com textos de Gil Vicente e Ruzzante. Seguiu-se "Barraca conta Tiradentes" de Augusto Boal (1977) e "Ao qu'isto chegou", também de 1977. Em 1978, "Zé do Telhado" de Hélder Costa com música de Zeca Afonso, conquistou o público. "D. João VI", de Hélder Costa, foi um dos maiores êxitos nacionais e internacionais de A Barraca. Mário Viegas revelou-se como um dos grandes actores portugueses.
No início dos anos 80, A Barraca levou à cena alguns espectáculos que foram grandes êxitos: "Preto no Branco", uma adaptação de "A Morte Acidental de um Anarquista" de Dário Fo e "É Menino ou Menina?" com textos de Gil Vicente. "A Capital do Império" de Chiado, é de 1983. Em 1984, "Santa Joana dos Matadouros", de Brecht. "Um Homem É um Homem - Damião de Góis", de Hélder Costa, estreou em 1985, no Teatro Maria Matos. Em 1986, "Calamity Jane" de Hélder Costa e Maria do Céu Guerra, cuja interpretação colocou a actriz definitivamente no galarim das grandes damas do Teatro Português. Em 1988, "O Baile", de Hélder Costa, no Ritz Clube. Em 1989, a companhia instala-se no Cinearte e estreia "Margarida do Monte", de Marcelino Mesquita.
Nos anos 90 A Barraca levou à cena "Liberdade em Bremen", de Fassbinder, (1990). "Poesia de Lisboa", "Uma Floresta de Enganos", de Gil Vicente, "Play it Again, Sam", de Woody Allen, "Pranto de Maria Parda", de Gil Vicente todas em 1991. "Mi Rival", de Hélder Costa (1992), "Macbeth" e "Rinoceronte", de Ionesco (1993). "O Avarento", de Molière e "Parabéns a Você", de Hélder Costa (1995). "O Último Baile do Império", de Josué Montello e "Viva la Vida!", de Hélder Costa e César de Oliveira e "Queres ser Ministro?" de Hélder Costa (1997). "Que Dia tão Estúpido", de Dário Fo e "O Príncipe de Spandau", de Hélder Costa, um grande êxito internacional. "A Relíquia", de Eça de Queiroz, "Marylin, Meu Amor", de Hélder Costa, "O Mistério da Camioneta Fantasma", de Hélder Costa e "Felizmente Há Luar" são os mais recentes êxitos de uma companhia que tem um percurso e construiu uma estética teatral.
Cidades vizinhas:
Coordenadas:   38°42'25"N   9°9'18"W
Este artigo foi modificado pela última vez 11 meses atrás