Bonito
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Bonito é um município brasileiro do estado de Pernambuco.
O território do município de Bonito era, até o final do século XVIII, totalmente coberto de imensas florestas e situava-se na área abrangida pelo célebre Quilombo dos Palmares.
A beleza do local deu à cidade o nome de Bonito. O município foi batizado por caçadores, vindos do povoado de São José dos Bezerros, que percorriam as florestas e deparavam-se com belos riachos de águas límpidas.
Em 1812 foi edificada a Matriz de Nossa Senhora da Conceição - padroeira da cidade - tendo contribuído para a povoação local.
Bonito foi palco de diversas revoltas que terminaram na morte de muitos habitantes do município. Em 19 de dezembro de 1874, ocorreu a invasão denominada Revolta do Quebra-Quilos. A revolta deu-se devido à alteração do antigo sistema de pesos e medidas para as unidades de metro, centímetro e quilo, de acordo com a Lei Imperial nº1157, de 1862.
O mesmo local, nos fins de 1819, no governo Luiz do Rego, foi palco da grande matança dos habitantes da Serra do Rodeador (comunidade pertencente, hoje, ao município), a qual D. Pedro I, em seu manifesto aos brasileiros, assim se exprimiu: "Pernambucanos, lembrai-vos das fogueiras do Bonito".
O caso messiânico do Rodeador, liderado pelo ex-soldado do 12º Batalhão de Milícias de Alagoas, Silvestre José dos Santos, assim como outros movimentos que unem interesses religiosos à esperança da saída da miséria, foi abafado com sangue. Silvestre pregava o Sebastianismo - uma forma de messianismo em Portugal. Os seguidores acreditavam na volta de D. Sebastião, que não teria morrido na África, na batalha de Alcácer-Quibir.
A cidade foi emancipada em 3 de julho de 1895.
O território do município de Bonito era, até o final do século XVIII, totalmente coberto de imensas florestas e situava-se na área abrangida pelo célebre Quilombo dos Palmares.
A beleza do local deu à cidade o nome de Bonito. O município foi batizado por caçadores, vindos do povoado de São José dos Bezerros, que percorriam as florestas e deparavam-se com belos riachos de águas límpidas.
Em 1812 foi edificada a Matriz de Nossa Senhora da Conceição - padroeira da cidade - tendo contribuído para a povoação local.
Bonito foi palco de diversas revoltas que terminaram na morte de muitos habitantes do município. Em 19 de dezembro de 1874, ocorreu a invasão denominada Revolta do Quebra-Quilos. A revolta deu-se devido à alteração do antigo sistema de pesos e medidas para as unidades de metro, centímetro e quilo, de acordo com a Lei Imperial nº1157, de 1862.
O mesmo local, nos fins de 1819, no governo Luiz do Rego, foi palco da grande matança dos habitantes da Serra do Rodeador (comunidade pertencente, hoje, ao município), a qual D. Pedro I, em seu manifesto aos brasileiros, assim se exprimiu: "Pernambucanos, lembrai-vos das fogueiras do Bonito".
O caso messiânico do Rodeador, liderado pelo ex-soldado do 12º Batalhão de Milícias de Alagoas, Silvestre José dos Santos, assim como outros movimentos que unem interesses religiosos à esperança da saída da miséria, foi abafado com sangue. Silvestre pregava o Sebastianismo - uma forma de messianismo em Portugal. Os seguidores acreditavam na volta de D. Sebastião, que não teria morrido na África, na batalha de Alcácer-Quibir.
A cidade foi emancipada em 3 de julho de 1895.
Artigo da Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bonito_(Pernambuco)
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 8°28'23"S 35°44'6"W
- Água Preta 13 km
- Ipojuca 58 km
- Murici 87 km
- São Bento do Una 97 km
- Maceió 99 km
- Garanhuns 105 km
- Atalaia 114 km
- Jequiá da Praia 159 km
- Coruripe 180 km
- Penedo 201 km
- Pedra do Rodeadouro 4.7 km
- Hotel Fazenda Pedra do Rodeadouro 6.1 km
- Santo Antônio dos Palmares 33 km
- Mata da Fazenda Camarão 42 km
- Destilaria Porto Alegre 48 km
- Povoado Canastra 54 km
- Usina Santa Maria 69 km
- Loteamento Reserva do Una 76 km
- Taoca 86 km
- Galés De Maragogi 87 km