Cursiva (Lisboa)
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escultura
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Escultura de ferro pintado que faz lembrar um molde gigantesco de uma capitular de um códice medieval, evocando o vocabulário barroco português.
Amy Yoes cresceu em Houston, Texas e viveu em Chicago onde estudou na School of the Art Institute of Chicago. É uma artista multifacetada, que utiliza alternadamente a pintura, fotografia, o filme e a escultura. O seu interesse na linguagem decorativa e nos detalhes arquitectónicos está presente em todo o seu trabalho, que toma como base a tradição histórica e a atitude estética do barroco.
Cursiva representa um retomar da escultura no percurso da artista. Funciona como um gigantesco molde de um carácter tipográfico e/ou a tridimensionalização de uma capitular de um códice medieval. A sua escala de realização garante o sentido labiríntico que essas letras continham.
Podemos entrar na forma e percorre-la, rodeá-la e tentar escalá-la, perdemo-nos e escondemo-nos, ganhamos em cada movimento perspectivas internas diferentes e novos enquadramentos exteriores. O nosso movimento garante o movimento da própria obra. Em vez de ser a peça de um jogo articulável (de um puzzle infantil) que nós pudéssemos mover, tornamo-nos nós as peças em movimento, peões de um jogo gigantesco - o que se joga entre a obra e a paisagem urbana, entre a obra e a sua função urbana.
Amy Yoes cresceu em Houston, Texas e viveu em Chicago onde estudou na School of the Art Institute of Chicago. É uma artista multifacetada, que utiliza alternadamente a pintura, fotografia, o filme e a escultura. O seu interesse na linguagem decorativa e nos detalhes arquitectónicos está presente em todo o seu trabalho, que toma como base a tradição histórica e a atitude estética do barroco.
Cursiva representa um retomar da escultura no percurso da artista. Funciona como um gigantesco molde de um carácter tipográfico e/ou a tridimensionalização de uma capitular de um códice medieval. A sua escala de realização garante o sentido labiríntico que essas letras continham.
Podemos entrar na forma e percorre-la, rodeá-la e tentar escalá-la, perdemo-nos e escondemo-nos, ganhamos em cada movimento perspectivas internas diferentes e novos enquadramentos exteriores. O nosso movimento garante o movimento da própria obra. Em vez de ser a peça de um jogo articulável (de um puzzle infantil) que nós pudéssemos mover, tornamo-nos nós as peças em movimento, peões de um jogo gigantesco - o que se joga entre a obra e a paisagem urbana, entre a obra e a sua função urbana.
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 38°46'30"N 9°5'30"W
- Lago das Tágides 0.7 km
- Rotunda EXPO 98 2.4 km
- Praça 25 de Abril 3.5 km
- Monumento ao Marquês de Pombal 7.5 km
- Centro Cultural de Belém 14 km
- Escultura "Biomecânico" 75 km
- Estatua Bissaya Barreto 169 km
- Rotunda dos Golfinhos 201 km
- Rotunda dos Relogios 202 km
- Rotunda das Minhocas 202 km
- Parque das Nações 0.3 km
- Feira Internacional de Lisboa (FIL) 0.4 km
- Jardim do Passeio dos Heróis do Mar 0.9 km
- Doca dos Olivais 1.1 km
- E.T.A.R. 1.5 km
- Marina Parque das Nações 2.1 km
- Matinha 2.8 km
- Marvila 3.4 km
- Ponte Vasco da Gama 5.7 km
- Reserva Natural do Estuário do Tejo 18 km