Itararé (Vitória)
Brazil /
Espirito Santo /
Vityria /
Vitória
World
/ Brazil
/ Espirito Santo
/ Vityria
Mundo / Brasil / Espírito Santo (estado) / Vitoria
bairro
Adicionar categoria
O bairro de Itararé fica localizado a oeste do município de Vitória, entre as Avenidas Maruípe e Leitão da Silva.O bairro surgiu por volta dos anos 50, em decorrência de invasões apoiadas pelo Sargento Carioca.
A ocupação de Itararé iniciou nos anos 50, em decorrência de invasões em áreas alagadiças. A região passou por vários processos de aterros, realizados tanto pelo poder público quanto pelos moradores. A parte mais alta do bairro, situada em um morro, denomina-se Alto Itararé. A parte baixa estende-se nas proximidades da Avenida Leitão da Silva.
A área que corresponde a extensão do bairro foi cedida pela União ao Município, em 1982, através da concessão de aforamento aprovada para execução de um Plano Habitacional.
Quanto aos dados populacionais do bairro, no registro do IBGE, os mesmos se encontram acoplados em uma única área que corresponde Itararé/Engenharia. A população registrada nesta área, em 1996, foi de 7.256 habitantes alojados em um total de 2.177 domicílios, entre pequenos barracos de madeira e casas de alvenaria com baixo padrão de construção, que abrigavam em média cinco ou mais pessoas.
O início da ocupação do bairro de Itararé se deu na década de 50, com o estabelecimento dos primeiros assentamentos por volta de 1954, quando algumas famílias migrantes passaram a construir barracos na parte baixa, na área onde existia um vasto manguezal, estimulando as invasões.
Na parte alta, havia diversos tipos de plantação como milho, banana, feijão, arroz, cana-de-açúcar, e outros, considerada fonte de subsistência.
O acesso a cidade era através de bondinho. Os moradores andavam até a Praia do Canto ou Jucutuquara para pegá-lo. Nos períodos de chuvas fortes, o acesso ao bairro era por canoas, que os levavam para cidade até a região onde está situado o Quartel de Maruípe.
As primeiras casas eram de sapé ou de tijolos construídos precariamente pelos moradores que, em sua maioria, haviam saído de municípios próximos à cidade e migrantes do interior do Estado. Essas famílias se estabeleciam em áreas precárias pela necessidade de habitação própria.
Hoje o bairro é dividido em duas áreas: Itararé (parte baixa) e Alto Itararé (parte que abrange o morro). O início da ocupação se deu com invasões na área de alagados, avançando em seguida as encostas do morro, em função dos alagamentos em época de chuva. A situação de precariedade aliada aos alagamentos permaneceu praticamente até o início dos anos 60, de acordo com o depoimento de antigos moradores.
Fonte: Diagonal Urbana, Projeto Terra,SEDEC / DIT / GEO
A ocupação de Itararé iniciou nos anos 50, em decorrência de invasões em áreas alagadiças. A região passou por vários processos de aterros, realizados tanto pelo poder público quanto pelos moradores. A parte mais alta do bairro, situada em um morro, denomina-se Alto Itararé. A parte baixa estende-se nas proximidades da Avenida Leitão da Silva.
A área que corresponde a extensão do bairro foi cedida pela União ao Município, em 1982, através da concessão de aforamento aprovada para execução de um Plano Habitacional.
Quanto aos dados populacionais do bairro, no registro do IBGE, os mesmos se encontram acoplados em uma única área que corresponde Itararé/Engenharia. A população registrada nesta área, em 1996, foi de 7.256 habitantes alojados em um total de 2.177 domicílios, entre pequenos barracos de madeira e casas de alvenaria com baixo padrão de construção, que abrigavam em média cinco ou mais pessoas.
O início da ocupação do bairro de Itararé se deu na década de 50, com o estabelecimento dos primeiros assentamentos por volta de 1954, quando algumas famílias migrantes passaram a construir barracos na parte baixa, na área onde existia um vasto manguezal, estimulando as invasões.
Na parte alta, havia diversos tipos de plantação como milho, banana, feijão, arroz, cana-de-açúcar, e outros, considerada fonte de subsistência.
O acesso a cidade era através de bondinho. Os moradores andavam até a Praia do Canto ou Jucutuquara para pegá-lo. Nos períodos de chuvas fortes, o acesso ao bairro era por canoas, que os levavam para cidade até a região onde está situado o Quartel de Maruípe.
As primeiras casas eram de sapé ou de tijolos construídos precariamente pelos moradores que, em sua maioria, haviam saído de municípios próximos à cidade e migrantes do interior do Estado. Essas famílias se estabeleciam em áreas precárias pela necessidade de habitação própria.
Hoje o bairro é dividido em duas áreas: Itararé (parte baixa) e Alto Itararé (parte que abrange o morro). O início da ocupação se deu com invasões na área de alagados, avançando em seguida as encostas do morro, em função dos alagamentos em época de chuva. A situação de precariedade aliada aos alagamentos permaneceu praticamente até o início dos anos 60, de acordo com o depoimento de antigos moradores.
Fonte: Diagonal Urbana, Projeto Terra,SEDEC / DIT / GEO
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 20°17'46"S 40°18'27"W
- Praia da Costa 3.2 km
- Itaparica 6.6 km
- Porto das Pedras 10 km
- Padre Mathias 10 km
- Formate 12 km
- Jardim Limoeiro 12 km
- Morada de Laranjeiras 14 km
- Paque Industrial 16 km
- Planalto Serrano 20 km
- Jacaraipe 23 km
- Pedra Caixa d´Água 0.7 km
- Cemitério Boa Vista 0.8 km
- Morro da Floresta 0.9 km
- UFES - Campus de Maruípe 1.1 km
- Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes - Hucam 1.2 km
- Pontal de Camburi 1.4 km
- Parque Municipal Barão de Monjardim 1.5 km
- Universidade Federal do Espírito Santo 2.2 km
- Maciço Central de Vitória 2.5 km
- Grande São Pedro 3.1 km