Piracuruca
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Piracuruca é um município brasileiro do estado do Piauí. Localiza-se a uma latitude 03º 55' 41" sul e a uma longitude 41º 42' 33" oeste, estando a uma altitude de 60 metros. Sua população estimada em 2007 era de 25.625 habitantes. Em Piracuruca fica localizado o Parque Nacional de Sete Cidades.
História
O município de Piracuruca encontra-se no coração do nordeste brasileiro. Sua história ainda é pouco pesquisada, repleta de mitos e lendas. Não se sabe a data da criação da Freguesia de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Piracuruca. Mas, de acordo com o historiador Pe. Cláudio Melo, em seu livro Fé e Civilização, provavelmente acontecera em 1722 ou em 1723, em razão do desmembramento da Freguesia do Surubim (Campo Maior). É provável que o primeiro sacerdote tenha sido o Pe. João da Costa Pereira, sesmeiro e desbravador desde o século XVII. Sabe-se que, em 1732, o Pe. José Lopes Pereira iniciou suas atividades, interrompendo-as em 1742, quando fora transferido para a recém criada Freguesia do Desterro do Piauí. Segundo o Pe. Cláudio Melo, o vigário José Lopes Pereira ainda retornaria em dois períodos: de 1763 a 1767; e o último, de 1772 a 1780. Durante seu exercício fora auxiliado por frades carmelitas e outros missionários.
A ocupação da área de sua jurisdição (Brejo, Maranhão; Parnaíba; Buriti dos Lopes; Bom Princípio do Piauí; Batalha; Pedro II; Domingos Mourão; Milton Brandão; Lagoa de São Francisco; Piracuruca; Cocal; Cocal dos Alves; São José do Divino; brasileira; São João da Fronteira) está relacionada com o fim do período holandês no Recife, em 1654, decorrendo na migração dos Tabajaras, liderados pela família Camarão para a serra da Ibiapaba; o povoamento de cristãos-novos, judeus convertidos, e demais degredados (ciganos, inclusive) por determinação da Coroa portuguesa, oriundos de Portugal e dos Açores; a construção das estradas de ligação entre o Maranhão e o Ceará; a revolta de Beckman, irmãos cristãos-novos, donos de engenho no Maranhão; o aldeamento dos jesuítas em Viçosa do Ceará, na serra da Ibiapaba; a atuação de bandeirantes paulistas (capitão-mor, mestre do campo da conquista do Piauí, Francisco Dias de Siqueira, conhecido como O Surdo ou O Apuçá, auxiliado por João Pires de Brito; capitão-mor João Amaro Maciel Parente), baianos (capitão-mor Bernardo de Carvalho e Aguiar, Coronel Pedro Barbosa Leal); e maranhenses (Capitão-mor do Maranhão Vital Maciel Parente) e pernambucanos (capitão-mor Antônio da Cunha Souto Maior, mestre da conquista do Piauí e do Maranhão; a ação evangelizadora de missionários de várias ordens religiosas: mercedários, carmelitas e jesuítas, por exemplo.
O início da data da construção da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo é ignorado. A história corrente na região diz que ela está associada aos irmãos Manuel Dantas Correia e José Dantas Correia. Porém, desconhece-se se os dois tinham alguma ligação com os carmelitas e mercedários que atuavam no norte do Piauí. Uma de suas primeiras imagens, Nossa Senhora do Monte Serrate, fora trazida da Ermida de Nossa Senhora do Monte Serrate, construída em 1711 pelo Coronel Pedro Barbosa Leal na Vila Velha da Parnaíba, em razão do aumento dos ataques dos Tremembés à região, no começo do segundo decênio do século XVIII.
A freguesia de Nossa Senhora do Monte do Carmo tornou-se vila de Nossa Senhora do Carmo da Piracuruca através de Decreto Regencial em 6 de julho de 1832, e foi emancipada politicamente, elevando-se à categoria de cidade pelo Decreto Estadual nº 01, de 28.12.1889.
Piracuruca é um nome indígena que significa "peixe que ronca". A cidade foi fundada a partir de antiqüíssima fazenda de gado, situada às margens do rio do mesmo nome, na rota da passagem de colonizadores que do Ceará adentravam pela terra dos índios Tocarijus, rumo ao Maranhão.
A cidade guarda até hoje a aparência da arquitetura do tempo colonial e destaca-se pela hospitalidade do seu povo. A economia baseia-se na pecuária e no extrativismo da carnaubeira, palmeira nativa que produz resinas vegetais de larga aplicação na indústria.
Potencialidades
O município de Piracuruca apresenta muitas potencialidades no setor primário, devido principalmente a sua riquíssima biodiversidade natural, ou seja, várias são as possibilidades ecológicas encontradas dentro dos limites da cidade.
Encontramos grande diversidade de vegetação que variam desde áreas de mata, passando por cerrado, carrasco até caatinga. Os solos também apresentam bastante diversificação. Podemos encontrá-los em condições topográficas planas aptas à mecanização. Temos solos aluviais com áreas de massapê, que garantem a sustentação e nutrição das mais variadas culturas.
As condições do município propiciam que a cajucultura seja uma grande geradora de empregos e renda bastante significativa, levando em conta que a safra ocorre nos meses mais castigados pela seca. São inúmeras as possibilidades do uso do pseudofruto na fabricação de cajuína, popa e suco concentrado, doces e outros. Sendo então, uma maneira de agregar valor aos produtos com essa exploração.
Paralelo a isso, Piracuruca tem a apicultura se desenvolvendo com muita intensidade, devido principalmente às boas floradas e a ótima qualidade dos méis obtidos, tornando o município uma referência na produção de mel na região norte do estado.
O extrativismo da cera decarnaúba, não poderia ser esquecido, uma vez que essa atividade, tanto no passado como no presente, continua sendo uma importante fonte de renda em áreas onde a atividade agrícola seria impraticável.
A agricultura de sequeiro e irrigada quando bem conduzidas, além de garantir a fixação do homem do campo à sua terra, proporciona o abastecimento da zona urbana com produtos de melhores preços e qualidade superior, assim como o fomento de toda a economia do município com boas possibilidades de exportação dos excedentes.
Perspectivas
Agroindústria
O município de Piracuruca é um dos maiores produtores de castanha de caju da região norte do estado bem como se desenvolve aceleradamente a atividade apícola, que juntos formam dois importantes vetores que viabilizam a criação de pequenas indústrias do setor.
A administração municipal busca resgatar esta viabilidade e proporcionar incentivo a investimentos nesta área, que seguramente será um forte gerador de empregos.
Agricultura familiar
A barragem do rio Piracuruca que acumula duzentos e cinqüenta milhões de metros cúbicos oferece em suas margens a fantástica oportunidade de fixação de pequenos lotes onde centenas de famílias possam produzir legumes e verduras durante o ano inteiro, e ainda adicionar a piscicultura em tranques-rede. (OBSERVAÇÃO: A BARRAGEM É USADA APENAS PARA A CONSTRUÇÃO DE MANSÕES AO LONGO DO LAGO - ESQUEÇA ESSA PARTE DE AGRICULTURA FAMILIAR)
Turismo
O potencial turístico do município de Piracuruca encontra no Parque Nacional de Sete Cidades o seu maior ícone, mas não pára por aí. A arquitetura e os casarões do centro da cidade, a monumental igreja matriz construída de pedra em estilo barroco e a rica história da cidade formam interligadas entre si, um conjunto de beleza que enche os olhos de que vem conhecer de perto.
Localização
Está localizado no norte do estado do Piauí, Brasil. A distância entre a sede e a capital do estado, Teresina é de 196 km, que podem ser vencidos em 03h 30 min de viagem, com acesso pela BR-343, ou pela PI-115.
Mesorregião Norte Piauiense
Microrregião Litoral Piauiense
Região metropolitana
Municípios limítrofes Cocal, Caraúbas do Piauí, Brasileira, Batalha, São João da Fronteira, Cocal dos Alves e São José do Divino
Distância até a capital 196 quilômetros
Características geográficas
Área 2.380,511 km²
População 25.625 hab. est. 2007
Densidade 11,6 hab./km²
Altitude 60 metros
Clima Tropical
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,609 PNUD/2000
PIB R$ 42.290.785,00 IBGE/2003
PIB per capita R$ 1.606,73 IBGE/2003
A década de 30 marcou para Piracuruca o início do "ciclo da carnaúba" correspondendo essa mudança a um grande salto para o futuro e o desenvolvimento da cidade. O benefício social dessa alteração não teve uma conseqüência mais ampla no sentido de distribuição da riqueza, as fortunas continuaram nas mãos dos fazendeiros e coronéis. A cidade foi todavia beneficiada pela implantação de equipamentos urbanos, tais como chafarizes, calçamentos, novas escolas e muitos prédios, sobretudo, grandes e confortáveis residências para alguns comerciantes que viram suas fortunas ampliadas em pouco tempo.
A construção de um ramal ferroviário ligando o Porto de Amarração à cidade de Parnaíba, com prolongamento até Teresina, era o grande, talvez o maior sonho dos piracuruquenses da época. Essa ferrovia que teve o senador Gervásio de Britto Passos um dos mais ardorosos reinvindicadores, serviria para o escoamento dos produtos líderes da economia do Piauí, o gado e a cera rumo aos mercados compradores.
A inauguração se deu no dia 19 de Novembro de 1923 acontecendo uma grande festa na cidade. Há de se destacar infelizmente que no momento atual a ferrovia se mantém desativada e em um vagaroso e doloroso processo de degradação.
Fonte: Apontamentos Históricos da Piracuruca - Jureni Machado Bitencourt
Na área do Parque existem várias formações rochosas, banhos, cachoeira, inscriçoes rupestres e diversos pontos de uma beleza exuberante e cercados de mistérios. É dividido em 7 cidades imaginárias cada uma com suas particularidades, veja:
Primeira Cidade:
Piscina dos Milagres: formada por uma das nascentes do parque; nunca deixou de jorrar, mesmo durante os anos mais difíceis de seca. As suas águas reservam um banho delicioso.
Pedra dos Canhões: parecem troncos de árvores petrificados, mas passam a impressão de que foram moldados em arenito.
Pedra da Gia: atrativo que lembra uma gia, com a boca aberta.
Salão do Pajé: enriquecido por inscrições rupestres. Em cima do salão está o Dragão Chinês.
Outros monumentos: Máquinas de Costura, Pedra da Cobra, Banco da Praça, Pedra da Ema, Serra Negra, Painéis de Inscrições, Arca de Noé...
Segunda Cidade:
Arco do Triunfo: um dos atrativos mais fotografados de Sete Cidades, batizado por ter a forma que lembra o arco francês.
Pedra do Americano: em 1951, quatro americanos armaram barracas e mandaram que moradores cavassem a base de uma rocha, orientados por algumas inscrições em formato de seta, apontam para baixo. Os americanos não disseram o que levaram, mas no local foi encontrado restos de carvão. Dez anos depois, em 1961, os americanos retornaram ao local , mas o antigo IBDF já havia assumido o Parque, proibido qualquer tipo de escavação.
Vista panorâmica: com 82 metros de altura, é o ponto mais alto de sete Cidades. De lá, é possível obter uma visão global de grande parte do Parque, com os blocos rochosos que formam cada uma das cidades.
Biblioteca: atrativo que lembra um local de leitura, com livros e papéis empilhados.
Pé do Gigante: um pé esquerdo marcado na rocha, com o detalhe de seus cincos dedos.
Pedra do Falo: pedra com o formato do órgão sexual masculino.
Outros monumentos: morro das Oliveiras, Pedra do Castelo, Igreja Velha, Soldado Velho, Teatro de Arena...
Terceira Cidade:
Cabeça de Dom Pedro I: também bastante fotografada, pela impressionante aparência do perfil do rosto do imperador do Brasil.
Três Reis Magos: atrativo que impressiona pela semelhança com os Três Reis Magos.
Pedra do Segredo: lembra o órgão sexual feminino.
Pedra do Beijo: duas rochas encostadas rosto a rosto, como se beijassem.
Dedo de Deus: um menir apontando para cima, lembrando o formato de um dedo.
Pedra do Pombo: atrativo que lembra um pombo pousando sobre uma rocha.
Mapa do Brasil: diferentemente do mapa da Quarta cidade, aqui o atrativo se apresenta com as divisões dos estados.
Cabeça do Preto Velho: uma cabeça de perfil, olhando para cima.
Cara do Diabo: atrativo bastante interessante pela perfeição do perfil de uma pessoa olhando para baixo, onde há duas ondulações no alto da testa .Vale apenas notar os olhos, o nariz, a boca e a cabeleira.
Pedra do Gorila: lembra um macaquinho batendo palmas.
Pedra de Nossa Senhora: abaixo da Pedra do Gorila, atrativo que lembra Nossa Senhora na posição clássica de sua imagem, vista de lado.
Passagem do Vento: um pequeno arco que dá acesso à gruta do Estrangeiro.
Janela do Rei: segundo geólogo Reinaldo Coutinho, esse buraco serviu de orientação às civilizações megalíticas, que se utilizavam do sol para acompanhar as estações do ano.
Pedra do Sacrifício: local onde os povos pré-históricos faziam suas orações e seus rituais. Há uma cena no filme " O Guru das Sete Cidades"(cópias extraviadas), dirigindo por José Pinheiro, onde a atriz Rejane Medeiros, nua, foi "queimada" em ritual.
Curral dos Índios: formações circulares, com uma pequena passagem por onde os povos conduziam animais para abate ou aprisionamento.
Gruta do Estrangeiro: considerada a maior caverna de sete cidades.
Cara do Palhaço: atrativo que mostra um sorriso irônico.
Outros monumentos: cavalo Marinho, Pedra da Pirâmide, Pedra do Cachorro e do gato, Tótem do sol...
Quarta Cidade:
Gruta do Catirina: gruta onde morou José Catirina, o curandeiro de sete cidades.
Archete: uma passagem que leva a vários outros atrativos. Observe as pinturas pré- históricas no lado esquerdo do Archete.
Mapas do Brasil e do Ceará: são formados por abertura na rocha. De um lado, o mapa do brasil; de outro, o do ceará. Os mapas mudam na medida em que se atravessa uma pequena abertura. O acesso é feito pelo Archete.
Outros monumentos: Cabeça de Águia, Pedra dos Dois lagartos, Pedra dos Dois Irmão, Leão Deitado.
Quinta Cidade:
Pedra do camelo: lembra a forma de um camelo dromedário, de apenas uma corcova.
Furna do Índio: contém inscrições que lembram rituais de caça.
Pedra do Rei: lembra um rei de costas, com seu manto e coroa.
Casa do Guarda: atrativo que lembra um guarda de prontidão numa cabana, como se vigiasse a cidade.
Pedra das Inscrições: contém pinturas pré-históricas.
Sexta Cidade:
Pedra da Tartaruga: atrativo que lembra o casco de uma tartaruga.
Pedra do Elefante: lembra um elefante com a tromba em destaque.
Pedra do Cachorro: rocha com o formato do rosto de um cachorro.
Sétima Cidade: reserva Ecológica para preservação da fauna, flora e dos monumentos ricos em inscrições pré-históricas. O acesso somente é permitido com autorização do IBAMA.
Cachoeira: Não faz parte dos conjuntos rochosos, localizando-se próximo à Primeira Cidade. A sua altura é de 16,4 metros na primeira queda e 7,2 metros na Segunda. A escada tem 78 degraus até o lago.
As aves mais comuns: jacú, sariema, nambu (perdiz e pé vermelho), papagaio, pica-pau, sabiá, periquito, coruja, sericora (galinha d’água), aracoan, galo de campinha, canário e rolinha.
Os animais mais comuns: onça jaguatirica, onça maçaroca, veado, peba, tatu, mocó, guaxinim, raposa, gato maracajá e iguana.
As árvores e plantas mais comuns: cajú, faveira, jatobá, araticum, piqui, aromã (mama cachorro), macambira, gameleira, murici e tucum.
Fonte: Piauí Terra Querida - Enéas Barros
O município de Piracuruca apresenta muitas potencialidades no setor primário, devido principalmente a sua riquíssima biodiversidade natural, ou seja, várias são as possibilidades ecológicas encontradas dentro dos limites da cidade.
Encontramos grande diversidade de vegetação que variam desde áreas de mata, passando por cerrado, carrasco até caatinga. Os solos também apresentam bastante diversificação. Podemos encontrá-los em condições topográficas planas aptas à mecanização. Temos solos aluviais com áreas de massapê, que garantem a sustentação e nutrição das mais variadas culturas.
As condições do município propiciam que a cajucultura seja uma grande geradora de empregos e renda bastante significativa, levando em conta que a safra ocorre nos meses mais castigados pela seca. São inúmeras as possibilidades do uso do pseudofruto na fabricação de cajuína, popa e suco concentrado, doces e outros. Sendo então, uma maneira de agregar valor aos produtos com essa exploração.
Paralelo a isso, Piracuruca tem a atividade apícola se desenvolvendo com muita intensidade, devido principalmente às boas floradas e a ótima qualidade dos méis obtidos, tornando o município uma referência na produção de mel na região norte do estado.
O extrativismo da cera de carnaúba, não poderia ser esquecido, uma vez que essa atividade, tanto no passado como no presente, continua sendo uma importante fonte de renda em áreas onde a atividade agrícola seria impraticável.
A agricultura de sequeiro e irrigada quando bem conduzidas, além de garantir a fixação do homem do campo à sua terra, proporciona o abastecimento da zona urbana com produtos de melhores preços e qualidade superior, assim como o fomento de toda a economia do município com boas possibilidades de exportação dos excedentes.
Atualizado em: 3/2/2005 - Fonte: Secretaria de Cultura, Desporto, Turismo e Lazer
Está localizado no norte do estado do Piauí, Brasil, com latitude de 03º 55´ 41", longitude de 41º 42´ 33", e altitude de 60 metros acima do nível do mar. As temperaturas médias variam entre 26º, nos meses de janeiro a julho e, 39º nos meses de agosto a dezembro. A distância entre a sede e a capital do estado, Teresina é de 196 km, que podem ser vencidos em 03h 30 min de viagem, com acesso pela BR-343, ou pela PI-115.
Limita-se:
- ao norte com Cocal e Caraúbas do Piauí;
- ao sul com Brasileira, Batalha e São João da Fronteira;
- a leste com o estado do Ceará e as cidades de Cocal dos Alves e São João da Fronteira;
- a oeste com Batalha, São José do Divino e Caraúbas do Piauí.
www.estacoesferroviarias.com.br/ma-pi/piracuruca.htm
www.ferias.tur.br/informacoes/5668/piracuruca-pi.html
www.piracuruca.com/pmp/
www.piracuruca.com/
História
O município de Piracuruca encontra-se no coração do nordeste brasileiro. Sua história ainda é pouco pesquisada, repleta de mitos e lendas. Não se sabe a data da criação da Freguesia de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Piracuruca. Mas, de acordo com o historiador Pe. Cláudio Melo, em seu livro Fé e Civilização, provavelmente acontecera em 1722 ou em 1723, em razão do desmembramento da Freguesia do Surubim (Campo Maior). É provável que o primeiro sacerdote tenha sido o Pe. João da Costa Pereira, sesmeiro e desbravador desde o século XVII. Sabe-se que, em 1732, o Pe. José Lopes Pereira iniciou suas atividades, interrompendo-as em 1742, quando fora transferido para a recém criada Freguesia do Desterro do Piauí. Segundo o Pe. Cláudio Melo, o vigário José Lopes Pereira ainda retornaria em dois períodos: de 1763 a 1767; e o último, de 1772 a 1780. Durante seu exercício fora auxiliado por frades carmelitas e outros missionários.
A ocupação da área de sua jurisdição (Brejo, Maranhão; Parnaíba; Buriti dos Lopes; Bom Princípio do Piauí; Batalha; Pedro II; Domingos Mourão; Milton Brandão; Lagoa de São Francisco; Piracuruca; Cocal; Cocal dos Alves; São José do Divino; brasileira; São João da Fronteira) está relacionada com o fim do período holandês no Recife, em 1654, decorrendo na migração dos Tabajaras, liderados pela família Camarão para a serra da Ibiapaba; o povoamento de cristãos-novos, judeus convertidos, e demais degredados (ciganos, inclusive) por determinação da Coroa portuguesa, oriundos de Portugal e dos Açores; a construção das estradas de ligação entre o Maranhão e o Ceará; a revolta de Beckman, irmãos cristãos-novos, donos de engenho no Maranhão; o aldeamento dos jesuítas em Viçosa do Ceará, na serra da Ibiapaba; a atuação de bandeirantes paulistas (capitão-mor, mestre do campo da conquista do Piauí, Francisco Dias de Siqueira, conhecido como O Surdo ou O Apuçá, auxiliado por João Pires de Brito; capitão-mor João Amaro Maciel Parente), baianos (capitão-mor Bernardo de Carvalho e Aguiar, Coronel Pedro Barbosa Leal); e maranhenses (Capitão-mor do Maranhão Vital Maciel Parente) e pernambucanos (capitão-mor Antônio da Cunha Souto Maior, mestre da conquista do Piauí e do Maranhão; a ação evangelizadora de missionários de várias ordens religiosas: mercedários, carmelitas e jesuítas, por exemplo.
O início da data da construção da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo é ignorado. A história corrente na região diz que ela está associada aos irmãos Manuel Dantas Correia e José Dantas Correia. Porém, desconhece-se se os dois tinham alguma ligação com os carmelitas e mercedários que atuavam no norte do Piauí. Uma de suas primeiras imagens, Nossa Senhora do Monte Serrate, fora trazida da Ermida de Nossa Senhora do Monte Serrate, construída em 1711 pelo Coronel Pedro Barbosa Leal na Vila Velha da Parnaíba, em razão do aumento dos ataques dos Tremembés à região, no começo do segundo decênio do século XVIII.
A freguesia de Nossa Senhora do Monte do Carmo tornou-se vila de Nossa Senhora do Carmo da Piracuruca através de Decreto Regencial em 6 de julho de 1832, e foi emancipada politicamente, elevando-se à categoria de cidade pelo Decreto Estadual nº 01, de 28.12.1889.
Piracuruca é um nome indígena que significa "peixe que ronca". A cidade foi fundada a partir de antiqüíssima fazenda de gado, situada às margens do rio do mesmo nome, na rota da passagem de colonizadores que do Ceará adentravam pela terra dos índios Tocarijus, rumo ao Maranhão.
A cidade guarda até hoje a aparência da arquitetura do tempo colonial e destaca-se pela hospitalidade do seu povo. A economia baseia-se na pecuária e no extrativismo da carnaubeira, palmeira nativa que produz resinas vegetais de larga aplicação na indústria.
Potencialidades
O município de Piracuruca apresenta muitas potencialidades no setor primário, devido principalmente a sua riquíssima biodiversidade natural, ou seja, várias são as possibilidades ecológicas encontradas dentro dos limites da cidade.
Encontramos grande diversidade de vegetação que variam desde áreas de mata, passando por cerrado, carrasco até caatinga. Os solos também apresentam bastante diversificação. Podemos encontrá-los em condições topográficas planas aptas à mecanização. Temos solos aluviais com áreas de massapê, que garantem a sustentação e nutrição das mais variadas culturas.
As condições do município propiciam que a cajucultura seja uma grande geradora de empregos e renda bastante significativa, levando em conta que a safra ocorre nos meses mais castigados pela seca. São inúmeras as possibilidades do uso do pseudofruto na fabricação de cajuína, popa e suco concentrado, doces e outros. Sendo então, uma maneira de agregar valor aos produtos com essa exploração.
Paralelo a isso, Piracuruca tem a apicultura se desenvolvendo com muita intensidade, devido principalmente às boas floradas e a ótima qualidade dos méis obtidos, tornando o município uma referência na produção de mel na região norte do estado.
O extrativismo da cera decarnaúba, não poderia ser esquecido, uma vez que essa atividade, tanto no passado como no presente, continua sendo uma importante fonte de renda em áreas onde a atividade agrícola seria impraticável.
A agricultura de sequeiro e irrigada quando bem conduzidas, além de garantir a fixação do homem do campo à sua terra, proporciona o abastecimento da zona urbana com produtos de melhores preços e qualidade superior, assim como o fomento de toda a economia do município com boas possibilidades de exportação dos excedentes.
Perspectivas
Agroindústria
O município de Piracuruca é um dos maiores produtores de castanha de caju da região norte do estado bem como se desenvolve aceleradamente a atividade apícola, que juntos formam dois importantes vetores que viabilizam a criação de pequenas indústrias do setor.
A administração municipal busca resgatar esta viabilidade e proporcionar incentivo a investimentos nesta área, que seguramente será um forte gerador de empregos.
Agricultura familiar
A barragem do rio Piracuruca que acumula duzentos e cinqüenta milhões de metros cúbicos oferece em suas margens a fantástica oportunidade de fixação de pequenos lotes onde centenas de famílias possam produzir legumes e verduras durante o ano inteiro, e ainda adicionar a piscicultura em tranques-rede. (OBSERVAÇÃO: A BARRAGEM É USADA APENAS PARA A CONSTRUÇÃO DE MANSÕES AO LONGO DO LAGO - ESQUEÇA ESSA PARTE DE AGRICULTURA FAMILIAR)
Turismo
O potencial turístico do município de Piracuruca encontra no Parque Nacional de Sete Cidades o seu maior ícone, mas não pára por aí. A arquitetura e os casarões do centro da cidade, a monumental igreja matriz construída de pedra em estilo barroco e a rica história da cidade formam interligadas entre si, um conjunto de beleza que enche os olhos de que vem conhecer de perto.
Localização
Está localizado no norte do estado do Piauí, Brasil. A distância entre a sede e a capital do estado, Teresina é de 196 km, que podem ser vencidos em 03h 30 min de viagem, com acesso pela BR-343, ou pela PI-115.
Mesorregião Norte Piauiense
Microrregião Litoral Piauiense
Região metropolitana
Municípios limítrofes Cocal, Caraúbas do Piauí, Brasileira, Batalha, São João da Fronteira, Cocal dos Alves e São José do Divino
Distância até a capital 196 quilômetros
Características geográficas
Área 2.380,511 km²
População 25.625 hab. est. 2007
Densidade 11,6 hab./km²
Altitude 60 metros
Clima Tropical
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,609 PNUD/2000
PIB R$ 42.290.785,00 IBGE/2003
PIB per capita R$ 1.606,73 IBGE/2003
A década de 30 marcou para Piracuruca o início do "ciclo da carnaúba" correspondendo essa mudança a um grande salto para o futuro e o desenvolvimento da cidade. O benefício social dessa alteração não teve uma conseqüência mais ampla no sentido de distribuição da riqueza, as fortunas continuaram nas mãos dos fazendeiros e coronéis. A cidade foi todavia beneficiada pela implantação de equipamentos urbanos, tais como chafarizes, calçamentos, novas escolas e muitos prédios, sobretudo, grandes e confortáveis residências para alguns comerciantes que viram suas fortunas ampliadas em pouco tempo.
A construção de um ramal ferroviário ligando o Porto de Amarração à cidade de Parnaíba, com prolongamento até Teresina, era o grande, talvez o maior sonho dos piracuruquenses da época. Essa ferrovia que teve o senador Gervásio de Britto Passos um dos mais ardorosos reinvindicadores, serviria para o escoamento dos produtos líderes da economia do Piauí, o gado e a cera rumo aos mercados compradores.
A inauguração se deu no dia 19 de Novembro de 1923 acontecendo uma grande festa na cidade. Há de se destacar infelizmente que no momento atual a ferrovia se mantém desativada e em um vagaroso e doloroso processo de degradação.
Fonte: Apontamentos Históricos da Piracuruca - Jureni Machado Bitencourt
Na área do Parque existem várias formações rochosas, banhos, cachoeira, inscriçoes rupestres e diversos pontos de uma beleza exuberante e cercados de mistérios. É dividido em 7 cidades imaginárias cada uma com suas particularidades, veja:
Primeira Cidade:
Piscina dos Milagres: formada por uma das nascentes do parque; nunca deixou de jorrar, mesmo durante os anos mais difíceis de seca. As suas águas reservam um banho delicioso.
Pedra dos Canhões: parecem troncos de árvores petrificados, mas passam a impressão de que foram moldados em arenito.
Pedra da Gia: atrativo que lembra uma gia, com a boca aberta.
Salão do Pajé: enriquecido por inscrições rupestres. Em cima do salão está o Dragão Chinês.
Outros monumentos: Máquinas de Costura, Pedra da Cobra, Banco da Praça, Pedra da Ema, Serra Negra, Painéis de Inscrições, Arca de Noé...
Segunda Cidade:
Arco do Triunfo: um dos atrativos mais fotografados de Sete Cidades, batizado por ter a forma que lembra o arco francês.
Pedra do Americano: em 1951, quatro americanos armaram barracas e mandaram que moradores cavassem a base de uma rocha, orientados por algumas inscrições em formato de seta, apontam para baixo. Os americanos não disseram o que levaram, mas no local foi encontrado restos de carvão. Dez anos depois, em 1961, os americanos retornaram ao local , mas o antigo IBDF já havia assumido o Parque, proibido qualquer tipo de escavação.
Vista panorâmica: com 82 metros de altura, é o ponto mais alto de sete Cidades. De lá, é possível obter uma visão global de grande parte do Parque, com os blocos rochosos que formam cada uma das cidades.
Biblioteca: atrativo que lembra um local de leitura, com livros e papéis empilhados.
Pé do Gigante: um pé esquerdo marcado na rocha, com o detalhe de seus cincos dedos.
Pedra do Falo: pedra com o formato do órgão sexual masculino.
Outros monumentos: morro das Oliveiras, Pedra do Castelo, Igreja Velha, Soldado Velho, Teatro de Arena...
Terceira Cidade:
Cabeça de Dom Pedro I: também bastante fotografada, pela impressionante aparência do perfil do rosto do imperador do Brasil.
Três Reis Magos: atrativo que impressiona pela semelhança com os Três Reis Magos.
Pedra do Segredo: lembra o órgão sexual feminino.
Pedra do Beijo: duas rochas encostadas rosto a rosto, como se beijassem.
Dedo de Deus: um menir apontando para cima, lembrando o formato de um dedo.
Pedra do Pombo: atrativo que lembra um pombo pousando sobre uma rocha.
Mapa do Brasil: diferentemente do mapa da Quarta cidade, aqui o atrativo se apresenta com as divisões dos estados.
Cabeça do Preto Velho: uma cabeça de perfil, olhando para cima.
Cara do Diabo: atrativo bastante interessante pela perfeição do perfil de uma pessoa olhando para baixo, onde há duas ondulações no alto da testa .Vale apenas notar os olhos, o nariz, a boca e a cabeleira.
Pedra do Gorila: lembra um macaquinho batendo palmas.
Pedra de Nossa Senhora: abaixo da Pedra do Gorila, atrativo que lembra Nossa Senhora na posição clássica de sua imagem, vista de lado.
Passagem do Vento: um pequeno arco que dá acesso à gruta do Estrangeiro.
Janela do Rei: segundo geólogo Reinaldo Coutinho, esse buraco serviu de orientação às civilizações megalíticas, que se utilizavam do sol para acompanhar as estações do ano.
Pedra do Sacrifício: local onde os povos pré-históricos faziam suas orações e seus rituais. Há uma cena no filme " O Guru das Sete Cidades"(cópias extraviadas), dirigindo por José Pinheiro, onde a atriz Rejane Medeiros, nua, foi "queimada" em ritual.
Curral dos Índios: formações circulares, com uma pequena passagem por onde os povos conduziam animais para abate ou aprisionamento.
Gruta do Estrangeiro: considerada a maior caverna de sete cidades.
Cara do Palhaço: atrativo que mostra um sorriso irônico.
Outros monumentos: cavalo Marinho, Pedra da Pirâmide, Pedra do Cachorro e do gato, Tótem do sol...
Quarta Cidade:
Gruta do Catirina: gruta onde morou José Catirina, o curandeiro de sete cidades.
Archete: uma passagem que leva a vários outros atrativos. Observe as pinturas pré- históricas no lado esquerdo do Archete.
Mapas do Brasil e do Ceará: são formados por abertura na rocha. De um lado, o mapa do brasil; de outro, o do ceará. Os mapas mudam na medida em que se atravessa uma pequena abertura. O acesso é feito pelo Archete.
Outros monumentos: Cabeça de Águia, Pedra dos Dois lagartos, Pedra dos Dois Irmão, Leão Deitado.
Quinta Cidade:
Pedra do camelo: lembra a forma de um camelo dromedário, de apenas uma corcova.
Furna do Índio: contém inscrições que lembram rituais de caça.
Pedra do Rei: lembra um rei de costas, com seu manto e coroa.
Casa do Guarda: atrativo que lembra um guarda de prontidão numa cabana, como se vigiasse a cidade.
Pedra das Inscrições: contém pinturas pré-históricas.
Sexta Cidade:
Pedra da Tartaruga: atrativo que lembra o casco de uma tartaruga.
Pedra do Elefante: lembra um elefante com a tromba em destaque.
Pedra do Cachorro: rocha com o formato do rosto de um cachorro.
Sétima Cidade: reserva Ecológica para preservação da fauna, flora e dos monumentos ricos em inscrições pré-históricas. O acesso somente é permitido com autorização do IBAMA.
Cachoeira: Não faz parte dos conjuntos rochosos, localizando-se próximo à Primeira Cidade. A sua altura é de 16,4 metros na primeira queda e 7,2 metros na Segunda. A escada tem 78 degraus até o lago.
As aves mais comuns: jacú, sariema, nambu (perdiz e pé vermelho), papagaio, pica-pau, sabiá, periquito, coruja, sericora (galinha d’água), aracoan, galo de campinha, canário e rolinha.
Os animais mais comuns: onça jaguatirica, onça maçaroca, veado, peba, tatu, mocó, guaxinim, raposa, gato maracajá e iguana.
As árvores e plantas mais comuns: cajú, faveira, jatobá, araticum, piqui, aromã (mama cachorro), macambira, gameleira, murici e tucum.
Fonte: Piauí Terra Querida - Enéas Barros
O município de Piracuruca apresenta muitas potencialidades no setor primário, devido principalmente a sua riquíssima biodiversidade natural, ou seja, várias são as possibilidades ecológicas encontradas dentro dos limites da cidade.
Encontramos grande diversidade de vegetação que variam desde áreas de mata, passando por cerrado, carrasco até caatinga. Os solos também apresentam bastante diversificação. Podemos encontrá-los em condições topográficas planas aptas à mecanização. Temos solos aluviais com áreas de massapê, que garantem a sustentação e nutrição das mais variadas culturas.
As condições do município propiciam que a cajucultura seja uma grande geradora de empregos e renda bastante significativa, levando em conta que a safra ocorre nos meses mais castigados pela seca. São inúmeras as possibilidades do uso do pseudofruto na fabricação de cajuína, popa e suco concentrado, doces e outros. Sendo então, uma maneira de agregar valor aos produtos com essa exploração.
Paralelo a isso, Piracuruca tem a atividade apícola se desenvolvendo com muita intensidade, devido principalmente às boas floradas e a ótima qualidade dos méis obtidos, tornando o município uma referência na produção de mel na região norte do estado.
O extrativismo da cera de carnaúba, não poderia ser esquecido, uma vez que essa atividade, tanto no passado como no presente, continua sendo uma importante fonte de renda em áreas onde a atividade agrícola seria impraticável.
A agricultura de sequeiro e irrigada quando bem conduzidas, além de garantir a fixação do homem do campo à sua terra, proporciona o abastecimento da zona urbana com produtos de melhores preços e qualidade superior, assim como o fomento de toda a economia do município com boas possibilidades de exportação dos excedentes.
Atualizado em: 3/2/2005 - Fonte: Secretaria de Cultura, Desporto, Turismo e Lazer
Está localizado no norte do estado do Piauí, Brasil, com latitude de 03º 55´ 41", longitude de 41º 42´ 33", e altitude de 60 metros acima do nível do mar. As temperaturas médias variam entre 26º, nos meses de janeiro a julho e, 39º nos meses de agosto a dezembro. A distância entre a sede e a capital do estado, Teresina é de 196 km, que podem ser vencidos em 03h 30 min de viagem, com acesso pela BR-343, ou pela PI-115.
Limita-se:
- ao norte com Cocal e Caraúbas do Piauí;
- ao sul com Brasileira, Batalha e São João da Fronteira;
- a leste com o estado do Ceará e as cidades de Cocal dos Alves e São João da Fronteira;
- a oeste com Batalha, São José do Divino e Caraúbas do Piauí.
www.estacoesferroviarias.com.br/ma-pi/piracuruca.htm
www.ferias.tur.br/informacoes/5668/piracuruca-pi.html
www.piracuruca.com/pmp/
www.piracuruca.com/
Artigo da Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Piracuruca
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 3°57'21"S 41°36'20"W
- Barras 115 km
- Teresina 178 km
- Tutóia 190 km
- Santa Quitéria do Maranhão 212 km
- Aldeias Altas 241 km
- Barreirinhas 247 km
- Matões 271 km
- Morros 311 km
- Bacabal 386 km
- Cururupu 487 km
- Açude de Piracuruca 5.2 km
- Esplanada 11 km
- Fátima 12 km
- Centro 12 km
- Baixa da Ema 13 km
- Três Lagoas 13 km
- Parque Nacional de Sete Cidades 20 km
- Parque Ecológico da Cachoeira do Urubu 50 km
- Cocal 59 km
- Joaquim Pires (Sede) 82 km