CENESP - Centro Empresarial de São Paulo (São Paulo)
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Avenida Maria Coelho Aguiar, 215
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edifício comercial ou escritórios
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História
Década de 70.
O Grupo Bunge y Born iniciou suas atividades no Brasil em 1905. Em meados dos anos 70, a corporação decidiu construir uma sede para centralizar as operações de suas empresas no País, entre as quais a S/A Moinho Santista e Tintas Coral.
O projeto do novo empreendimento foi confiado a João Henrique Rocha. A proposta do arquiteto carioca singularizou-se pela inovação das tecnologias empregadas. De sua prancheta, surgiu o primeiro empreendimento brasileiro construído sob o conceito de Intelligent Building, uma exclusividade, até então, de países como Canadá, Japão e Alemanha.
O Centro Empresarial de São Paulo nasceu da ousadia. Não somente por ser um exemplo inovador de arquitetura comercial e corporativa. Também a escolha de sua localização foi impactante. O complexo seria erguido num morro com cerca de 200 mil metros quadrados, numa região onde existiam apenas algumas casas e galpões.
Em 1973, foi iniciada a construção do complexo. Minuciosamente estudada, a obra envolveu cerca de 4 mil homens. Um ano depois, o primeiro edifício já despontava: o Belvedere. Situado no ponto mais alto do terreno, esse prédio funciona como um mirante, de onde se avista todo o conjunto.
O Centro Empresarial de São Paulo foi inaugurado oficialmente em 15 de abril de 1977. Com cinco blocos concluídos (A, B, C, D e G), o condomínio recebeu então as primeiras empresas: Santista Trigo, Fábrica de Tecidos Tatuapé, Tintas Coral e Quimbrasil. Os primeiros ocupantes foram acolhidos com uma ampla infraestrutura de apoio e com uma série de serviços no local: cinco restaurantes, quatro bancos, serviço médico, barbearia, dentre outros.
Década de 80 e 90
Os dois blocos que faltavam para compor harmonicamente todo o complexo foram concluídos nos anos seguintes. Em 1984, ficou pronto o Bloco E e o Bloco F, em 1988. Completo como o que havia sido previsto no projeto original, o Centro Empresarial de São Paulo se consolidou no mercado imobiliário como uma referência de modernidade.
Em busca de conforto, segurança e de economia, muitas empresas se instalaram no condomínio. Não apenas pela modernidade de suas instalações físicas e custos competitivos, mas, principalmente, pelas inovações tecnológicas que ele oferece.
Essas inovações representam tanto economia em custos diretos quanto em custos indiretos, como manutenção e operação. Representam ainda acesso a tecnologias estratégicas ligadas diretamente com os negócios das empresas. Exemplo disso é o sistema de telecomunicações do Centro Empresarial, já considerado na época um dos mais modernos e eficientes do País.
De lá para cá, o panorama não mudou: os investimentos em tecnologia continuam sendo norteados por um arrojado e contínuo projeto de modernização.
Hoje
O Centro Empresarial de São Paulo é administrado pela Panamby Empreendimentos e Participações Ltda., empresa co-proprietária e síndica do empreendimento.
Além de manter atual o conceito "escritórios inteligentes", o complexo vale-se de seu shopping center de uso misto, que combina otimização de espaço, conveniência e conforto aos usuários.
Atualmente, há mais de 50 empresas instaladas no condomínio. O shopping center possui cerca de 54 lojas, 32 restaurantes e 9 agências bancárias.
Essa multiplicidade é a marca histórica do Centro Empresarial de São Paulo, referência nacional quando o assunto é ambiente corporativo.
www.centroempresarial.com.br/
Década de 70.
O Grupo Bunge y Born iniciou suas atividades no Brasil em 1905. Em meados dos anos 70, a corporação decidiu construir uma sede para centralizar as operações de suas empresas no País, entre as quais a S/A Moinho Santista e Tintas Coral.
O projeto do novo empreendimento foi confiado a João Henrique Rocha. A proposta do arquiteto carioca singularizou-se pela inovação das tecnologias empregadas. De sua prancheta, surgiu o primeiro empreendimento brasileiro construído sob o conceito de Intelligent Building, uma exclusividade, até então, de países como Canadá, Japão e Alemanha.
O Centro Empresarial de São Paulo nasceu da ousadia. Não somente por ser um exemplo inovador de arquitetura comercial e corporativa. Também a escolha de sua localização foi impactante. O complexo seria erguido num morro com cerca de 200 mil metros quadrados, numa região onde existiam apenas algumas casas e galpões.
Em 1973, foi iniciada a construção do complexo. Minuciosamente estudada, a obra envolveu cerca de 4 mil homens. Um ano depois, o primeiro edifício já despontava: o Belvedere. Situado no ponto mais alto do terreno, esse prédio funciona como um mirante, de onde se avista todo o conjunto.
O Centro Empresarial de São Paulo foi inaugurado oficialmente em 15 de abril de 1977. Com cinco blocos concluídos (A, B, C, D e G), o condomínio recebeu então as primeiras empresas: Santista Trigo, Fábrica de Tecidos Tatuapé, Tintas Coral e Quimbrasil. Os primeiros ocupantes foram acolhidos com uma ampla infraestrutura de apoio e com uma série de serviços no local: cinco restaurantes, quatro bancos, serviço médico, barbearia, dentre outros.
Década de 80 e 90
Os dois blocos que faltavam para compor harmonicamente todo o complexo foram concluídos nos anos seguintes. Em 1984, ficou pronto o Bloco E e o Bloco F, em 1988. Completo como o que havia sido previsto no projeto original, o Centro Empresarial de São Paulo se consolidou no mercado imobiliário como uma referência de modernidade.
Em busca de conforto, segurança e de economia, muitas empresas se instalaram no condomínio. Não apenas pela modernidade de suas instalações físicas e custos competitivos, mas, principalmente, pelas inovações tecnológicas que ele oferece.
Essas inovações representam tanto economia em custos diretos quanto em custos indiretos, como manutenção e operação. Representam ainda acesso a tecnologias estratégicas ligadas diretamente com os negócios das empresas. Exemplo disso é o sistema de telecomunicações do Centro Empresarial, já considerado na época um dos mais modernos e eficientes do País.
De lá para cá, o panorama não mudou: os investimentos em tecnologia continuam sendo norteados por um arrojado e contínuo projeto de modernização.
Hoje
O Centro Empresarial de São Paulo é administrado pela Panamby Empreendimentos e Participações Ltda., empresa co-proprietária e síndica do empreendimento.
Além de manter atual o conceito "escritórios inteligentes", o complexo vale-se de seu shopping center de uso misto, que combina otimização de espaço, conveniência e conforto aos usuários.
Atualmente, há mais de 50 empresas instaladas no condomínio. O shopping center possui cerca de 54 lojas, 32 restaurantes e 9 agências bancárias.
Essa multiplicidade é a marca histórica do Centro Empresarial de São Paulo, referência nacional quando o assunto é ambiente corporativo.
www.centroempresarial.com.br/
Artigo da Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Empresarial_de_São_Paulo
Cidades vizinhas:
Coordenadas: 23°39'0"S 46°43'47"W
- Parque da Cidade (em construção) 3.7 km
- Shopping SP Market 4.1 km
- Complexo Comercial do Shopping Interlagos 5.8 km
- Central Plaza Shopping 16 km
- Mooca Plaza Shopping 16 km
- Grand Plaza Shopping 20 km
- São Bernardo Plaza Shopping 20 km
- Centro Comercial Leste Aricanduva 25 km
- Shopping Leste Aricanduva 25 km
- Mauá Plaza Shopping 27 km
- Jardim Empresarial 0.3 km
- Parque Guido Caloi 0.8 km
- Socorro 2.3 km
- Santo Amaro 2.4 km
- Granja Julieta 2.6 km
- Santo Amaro (Distrito de São Paulo) 3.2 km
- Subprefeitura do Campo Limpo 3.3 km
- Jardim São Luís (Distrito de São Paulo) 3.9 km
- Socorro (Distrito de São Paulo) 4.1 km
- Subprefeitura Do M´Boi Mirim 6.7 km
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